O cenário no Walfredo Gurgel é vergonhoso e
desumano. O maior hospital de urgência do Rio Grande do Norte foi transformado
em um verdadeiro retrato do abandono: acompanhantes e servidores sem comida,
tomógrafos quebrados, falta de medicamentos, greve de maqueiros porque não
receberam salários. É um colapso completo que atinge pacientes, profissionais
de saúde e toda a população que depende desse serviço.
Esse caos não é fruto do acaso. É resultado direto
da irresponsabilidade do governo estadual. Fátima Bezerra perdeu completamente
a noção de gestão e de responsabilidade pública. Empresas fornecedoras estão
sem receber, muitas à beira da falência, médicos não têm insumos para
trabalhar, vidas estão sendo perdidas por falta de condições mínimas.
A saúde pública do estado se tornou um crime contra
o povo. Quando um hospital de referência chega a esse ponto de sucateamento,
significa que a gestão estadual falhou em sua missão mais básica: garantir
dignidade e atendimento à população.
O governo Fátima Bezerra está mergulhado em omissão
e descaso, e quem paga o preço são as pessoas mais pobres, que não têm para
onde correr. O Walfredo Gurgel virou símbolo de uma administração desastrosa,
marcada pela desordem, pela falta de planejamento e pela completa ausência de
sensibilidade humana.

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