A ministra das Relações Institucionais (SRI),
Gleisi Hoffmann, recebeu críticas após realizar uma publicação nas redes
sociais em que sugeria o “empréstimo de Lula” para trabalhadores. A medida
mencionada pela ministra é a nova opção de crédito consignado destinada aos
trabalhadores da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Em uma publicação no Instagram feita no sábado
(22), a ministra sugeriu que, caso o orçamento do trabalhador apertasse,
poderia pegar o “empréstimo de Lula”. No entanto, depois de ser alvo de
críticas e acusada de ferir o princípio da impessoalidade no governo, Gleisi
apagou o post.
Depois da publicação, o partido Novo acionou o
Tribunal de Contas da União (TCU) denunciando a ministra Gleisi Hoffmann por
suposta promoção pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em
campanha institucional.
“A Constituição é clara, a publicidade
institucional deve servir ao interesse público, não à promoção pessoal de
autoridades. O que vimos no vídeo da ministra Gleisi Hoffmann é o uso
indevido da máquina pública em uma tentativa descarada de antecipar a
propaganda eleitoral para 2026. Isso fere diretamente o princípio da
impessoalidade e não pode ser normalizado”, alega a líder do Novo na Câmara,
Adriana Ventura (Novo-SP).
A bancada do Novo argumenta que a publicação da
petista violou o artigo da Constituição que proíbe a promoção pessoal de
autoridades em campanhas de comunicação do governo.
Com informações de Metrópoles
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