terça-feira, 11 de agosto de 2026

TANGARAENSE - VÍDEO: Rua João Ataíde de Melo a rua principal de Tangará vira depósito de mato e lixo: onde está o poder público?

 



Enquanto o centro da cidade deveria ser cartão de visitas, a Rua João Ataíde de Melo — principal via de Tangará (RN) — expõe nesta segunda-feira (10) o retrato do descaso da gestão municipal com a infraestrutura urbana. Imagens registradas pelo ativista popular Zezinho Dantas mostram trechos tomados por mato alto, entulho acumulado e lixo espalhado pela rua, num cenário que mais lembra terreno baldio do que a via de maior circulação da cidade.

O retrato divulgado nesta segunda-feira (10) pelo amigo do povo Zezinho Dantas não deixa dúvida: a Rua João Ataíde foi simplesmente abandonada pelo poder público. Mato alto, entulho e lixo acumulado tomam conta do local — um cenário vergonhoso para quem deveria ser o centro nervoso da cidade, mas que hoje se assemelha a um terreno sem dono.

Não é a primeira vez que moradores denunciam a ausência de manutenção básica em pontos centrais do município. A cada nova gravação, cresce a indignação de quem vive e trabalha na região: comerciantes, pedestres e motoristas convivem diariamente com o problema, enquanto o poder público permanece em silêncio.

A pergunta que fica é simples: quanto tempo mais a principal rua da cidade vai continuar sendo tratada como área esquecida?

Não se trata de fatalidade nem de "falta de recursos". Limpeza urbana é obrigação básica de qualquer gestão municipal, e sua ausência prolongada em uma via de tamanha importância só pode ser lida como negligência. Enquanto comerciantes, moradores e trabalhadores convivem diariamente com sujeira, mau cheiro e risco de proliferação de insetos e animais peçonhentos, a Prefeitura mantém o silêncio de sempre — como se o problema fosse invisível a quem administra o município a portas fechadas.

Casos como esse escancaram o abismo entre o discurso e a prática da administração pública local: promete-se desenvolvimento e cuidado com a cidade, mas nem o mínimo — capinar uma rua, recolher entulho, varrer o lixo — é cumprido. Resta à população recorrer às redes sociais para expor o que deveria ser rotina de zeladoria urbana, enquanto os responsáveis seguem sem dar satisfação.


 

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