Os recursos destinados à operação Ágata, ação das
Forças Armadas contra crimes nas fronteiras brasileiras, caíram 35,5% nos três
primeiros anos do governo Lula (PT) na comparação com o mesmo período da gestão
Jair Bolsonaro (PL). As informações são do Poder360.
Segundo dados do Ministério da Defesa, os valores
passaram de R$ 100,5 milhões, no período equivalente do governo anterior, para
R$ 64,8 milhões na atual gestão.
A operação reúne Exército, Marinha e Força Aérea,
além de órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita
Federal e Ibama, em ações contra tráfico de drogas, contrabando e garimpo
ilegal.
A Ágata atua em uma faixa de fronteira de cerca de
17 mil quilômetros e envolve operações de patrulhamento, bloqueios em rios e
rodovias, fiscalização de áreas estratégicas e apreensões.
Nos últimos dez anos, os gastos com a operação
também apresentaram redução. Em valores corrigidos pela inflação, passaram de
R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025, segundo os dados do
Ministério da Defesa.
Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a
operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo econômico superior a R$ 220
milhões a atividades criminosas e que a edição de 2026 teve impacto estimado
acima de R$ 1 bilhão contra o crime.

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