A mãe da psicóloga Fabiana Maia Veras, assassinada
há dois anos, em Assú, ainda aguarda por justiça. Em entrevista exclusiva
à TV Ponta Negra, Dalva Mais abriu as portas de sua casa para relembrar a dor
que continua presente. Segundo ela, a ausência da filha e a falta de uma resposta
definitiva da Justiça intensificam a angústia da família.
Fabiana Maia Veras tinha 42 anos e foi morta dentro
da própria clínica, localizada no bairro Dom Elizeu. O crime aconteceu na noite
de 23 de abril de 2024, quando a vítima atendeu à porta para o suspeito,
identificado como João Batista Carvalho Neto, de 41 anos.
Dalva afirma que mantém viva a memória da filha e
luta para que o caso não caia no esquecimento. Segundo ela, amigos e familiares
continuam unidos, cobrando respostas das autoridades e pedindo que o suspeito
seja julgado.
De acordo com as investigações da Polícia Civil
do Rio Grande do Norte, o homem entrou no imóvel, que também funcionava como
residência da psicóloga. Em seguida, ele teria rendido a vítima, amarrado e
cometido o assassinato com golpes de faca.
O suspeito foi preso em flagrante, em um condomínio
na Zona Sul de Natal. Ele foi encaminhado para a delegacia de Assú, onde foi
ouvido, autuado e em seguida, encaminhado para a cadeia publica de Caraúbas, na
Região Oeste do Estado, onde segue a disposição da justiça. Mas, apesar da
conclusão do inquérito, da motivação ser esclarecida ainda não sequer uma data
para o julgamento.

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