A mais recente pesquisa do Datafolha acendeu
um alerta no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O
levantamento indica que o senador Flávio Bolsonaro aparece
numericamente à frente em um eventual segundo turno, cenário que tem causado
incômodo dentro do governo.
De acordo com a analista Larissa Rodrigues,
aliados relatam que Lula não compreende os motivos da estagnação de sua
popularidade e, internamente, tem buscado responsabilizar terceiros pelo
desempenho nas pesquisas.
A área de comunicação tem sido o principal alvo das
críticas. O atual secretário Sidônio Palmeira vem sendo cobrado por
integrantes do governo, inclusive em reuniões ministeriais, onde também houve
questionamentos por parte de Rui Costa sobre a divulgação das ações
do Executivo.
Nos bastidores, há tentativas de reverter o quadro.
Entre as estratégias, estão orientações para que o presidente aborde temas com
maior apelo popular, como o Pix, além da possibilidade de ampliar a presença
digital com influenciadores e figuras públicas.
Apesar do desgaste, não há indicação de mudanças
imediatas na equipe. Ainda assim, cresce a possibilidade de reforço na
comunicação, com a eventual contratação de um marqueteiro para tentar melhorar
a imagem do governo diante do eleitorado.
Com informações da CNN

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