Eu acredito no que faço, Tangará é meu lugar. Da
calçada ao campo, do bairro da Baixada, todo mundo quer também; vamos pôr fim
ao atraso. Você sabe bem de quem: quem esquece a nossa gente não merece nada
além. Chega de viver no escuro; se a cidade pode brilhar, vem fazer parte da
história que a gente vai contar. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar,
coração batendo forte para a cidade levantar. Renova Tangará, deixa o medo para
lá; quando o povo se levanta, nada pode segurar. Mão na mão, rua cheia, olho no
olho, ninguém se vende. Voz na voz, a chama incendeia; quando o povo acredita,
tudo acontece.
Renova Tangará, o amanhã já vai chegar, coração
batendo forte para a cidade levantar. Renova Tangará, deixa o medo para lá;
quando o povo se levanta, nada pode segurar. Renova Tangará! Eu acredito no que
faço, Tangará é meu lugar. Da calçada ao campo aberto, vejo a força popular. É
do suor do nosso rosto que o futuro vai brotar; cada mão que se oferece faz a
terra prosperar. Chega de promessa vazia, de discurso sem olhar; vem com a
gente nessa virada, está na hora de mudar.
Renova Tangará, o amanhã já vai chegar, coração
batendo forte para a cidade levantar. Renova Tangará, deixa o medo para lá;
quando o povo se levanta, nada pode segurar. Unindo todas as forças numa
corrente do bem, do bairro da Baixada, todo mundo quer também. Vamos pôr fim ao
atraso, você sabe bem de quem; quem esquece a nossa gente não merece nada além.
Chega de viver no escuro; se a cidade pode brilhar, vem fazer parte da história
que a gente vai contar. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar, coração batendo
forte para a cidade levantar. Renova Tangará, deixa o medo para lá; quando o
povo se levanta, nada pode segurar. Mão na mão, rua cheia, olho no olho,
ninguém se vende. Voz a voz, a chama incendeia; quando o povo acredita, tudo
acontece. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar, coração batendo forte para a
cidade levantar. Renova Tangará, deixa o medo para lá; quando o povo se
levanta, nada pode segurar. Renova Tangará! Eu acredito no que faço, Tangará é
meu lugar. Da calçada ao campo aberto, vejo a força popular. É do suor do nosso
rosto que o futuro vai brotar; cada mão que se oferece faz a terra prosperar. Chega
de promessa vazia, de discurso sem olhar; vem com a gente nessa virada, está na
hora de mudar.
Bom dia, Tangará! Quem ama renova. Estamos iniciando
mais uma edição do podcast Renova Tangará hoje, um domingo especial, 29 de
março de 2026. Estou aqui com o nosso convidado Hilton Rocha. É uma satisfação
recebê-lo. Estamos a postos na bancada do podcast Renova Tangará, que não é
apenas um meio de comunicação, mas um projeto de ideias e gestão da oposição de
Tangará. Já estamos completando a quinta edição do nosso podcast, há mais de um
mês mantendo essa relação entre a oposição e a população de Tangará, dando voz
a qualquer cidadão. Não trazemos apenas a classe política; em breve, traremos
pessoas comuns da nossa sociedade para debaterem sobre os assuntos da cidade,
especialmente a gestão municipal. Nosso foco é colaborar com a fiscalização.
Não estamos aqui para criticar por criticar, mas para fazer críticas
construtivas e fundamentadas, pois toda situação tem dois lados. É importante
que a população conheça outra versão, além da "maquiagem" informada
pela prefeitura. Na minha opinião, a prefeitura de Tangará vende uma imagem de
que está tudo certo, e nosso dever é informar que não é bem assim. O gestor diz
o que faz, mas não diz quanto recebe.
É bom lembrar que, no passado, a atual situação era
a oposição. O líder Gija ia ao rádio fazer programas contundentes com críticas
ao gestor da época, como Jorginho Bezerra ou Dr. Ayrton. Eles expunham os
valores que chegavam para cada secretaria e cobravam resultados. Agora, eles
não falam sobre o que entra, apenas sobre o que foi feito. Estamos aqui para
colaborar com essa transparência. Hilton, já falei demais no início. Gostaria
que você desse seu bom dia para a comunidade. Estamos ao vivo no Facebook,
YouTube e Instagram. Você, em casa, pode nos ajudar compartilhando,
inscrevendo-se no canal e seguindo nossa página. Bom dia, Hilton.
"Bom dia, Nilson. É um prazer estar aqui para
esse bate-papo. Costumo dizer que situação e oposição são partes essenciais
para o bom funcionamento da democracia. Não vim aqui para atacar o lado A ou B,
mas para apresentar contrapontos necessários para uma boa gestão. A
Constituição estabelece a publicidade e a transparência como princípios. Já que
a prefeitura não faz o dever de casa, nós assumimos esse papel. Mostrar o outro
lado ajuda a gestão a se situar sobre suas falhas. Se o gestor for atento, ele
não verá isso apenas como crítica de um opositor, mas como o olhar de um
cidadão de Tangará.
" Hilton, nossa proposta hoje é trazer a verdade
sobre o dinheiro público. Onde o prefeito está investindo ou gastando mal o
nosso dinheiro? Eu fui candidato a prefeito e tive essa oportunidade ímpar. Fui
o primeiro vereador do município a se candidatar ao cargo executivo, um fato
histórico. Nossa campanha teve adversidades, mas o resultado foi positivo. Sei
que você, Hilton, também tem esse olhar especial por Tangará. Você preza pela
lisura, é um cidadão politizado e sua formação em contabilidade nos ajudará a
aprofundar nos números que exporemos. Antes de falarmos de orçamento, gostaria
que falasse sobre sua formação e sua trajetória política.
"Falar da minha formação é falar da minha
família. Minha irmã, Lucimar, foi a primeira dos seis filhos a se formar em
contabilidade. Eu trabalhava como carregador de frete e vendedor de batatas na
feira. Hoje tenho 47 anos. Quando minha irmã abriu o escritório, chamou-me para
trabalhar. Houve um tempo em que ela quis encerrar as atividades e me desafiou:
'Se você quiser o escritório, forme-se; caso contrário, fecharemos'. Aceitei o
desafio, fui para a faculdade, passei na prova de suficiência e assumi o
escritório em 2015. Sobre a política, fui candidato a vereador na última
eleição. Mesmo com poucos recursos, obtive 177 votos, o que equivale a 1,83%
dos votos válidos. Minha campanha custou cerca de 8.500 reais, gastos com um
carro de som e visitas a todas as localidades. Minha mensagem era de um mandato
livre e voltado para Tangará, sem a velha política de troca de favores.
" Hilton, qual sua avaliação das gestões que
Tangará já teve? A cidade avançou ou parou no tempo?
"Na minha concepção, Tangará teve dois momentos
de mudança real. O primeiro mandato de Gija trouxe um grande avanço em obras.
No entanto, no segundo mandato, ele focou muito em Sítio Novo, e Tangará começou
a definhar. Depois, Jorginho Bezerra fez um excelente primeiro mandato em
termos de infraestrutura. De lá para cá, a gestão desandou. Não vemos
prioridade no aspecto urbanístico. Tangará continua com a mesma cara velha e
arcaica. Quem passa pela BR-226 vê a evolução de cidades vizinhas como Bom
Jesus, Serra Caiada e Santa Cruz, mas não vê o mesmo aqui. Isso causa desgaste
na classe política e desânimo no eleitor. Respeito o prefeito Augusto como
pessoa, mas como gestor, ele me decepcionou. Ele está no cargo há dois anos e
três meses, pois assumiu um ano antes do mandato oficial, e ainda não entregou
obras básicas, como a UBS da Lagoa do Feijão, que estava quase pronta. Ele faz
'mais do mesmo'. A única parte que elogio é a de eventos e cultura, coordenada
por Jussiê Agapito, mas a infraestrutura é precária.
"Concordo. A gestão atual parece ser a
continuidade de um desgoverno que vem de mandatos anteriores. Eles culpam
apenas o antecessor, Dr. Ayrton, mas esquecem que a família Alves e Jorginho
também têm responsabilidade histórica. Falta planejamento. O prefeito faz
propaganda de 20 metros de calçamento enquanto gere um orçamento de quase 80
milhões de reais por ano. Não temos um teatro, a Casa de Cultura está inacabada
e o dinheiro continua parado em conta. Hilton, não temos sequer uma academia ao
ar livre para idosos, que custaria apenas 80 mil reais. Não temos ônibus
universitários com ar-condicionado. Em Elói de Souza, uma cidade menor, o
prefeito contratou ônibus executivos para os estudantes. Aqui, tentam
selecionar quem tem direito ao transporte, ignorando que todos são filhos de
Tangará.
Hilton, o que faltou para você ser eleito?
"Faltou dinheiro, Nilson. Eu não usaria
recursos para compra de votos ou troca de favores, pois queria ser um vereador
livre. Infelizmente, nosso eleitorado ainda não está totalmente preparado para
essa nova política. Tangará está em um momento de decisão. Se a oposição não se
unir com um propósito firme contra esse grupo que está no poder há 30 anos, a
cidade continuará refém. É um projeto familiar de poder. Se eles ganharem a
próxima eleição, Tangará ficará escrava desse sistema para sempre, como
aconteceu em Passa e Fica. Tenho pena da vice-prefeita Chayana; ela é jovem e
promissora, mas está presa a esse grupo. Ela só teria chance se tivesse coragem
de romper com essa administração pífia.
"Você teve uma passagem elogiada pela
coordenação de agricultura. Por que sua paixão por essa área, sendo contador?
"Agradeço a oportunidade que tive na gestão do
Dr. Ayrton. Tínhamos liberdade de trabalho na agricultura. Meus pais e irmãos
são agricultores, e eu tenho paixão por fortalecer o homem do campo. Tentei
ajudar a gestão de Augusto na agricultura, independentemente de política, mas
recebi o silêncio como resposta. Hoje, a Secretaria de Agricultura está 100%
politizada e só serve para o corte de terra uma vez por ano.
"Vamos analisar o raio-x dos gastos públicos.
Felipe, coloque o gráfico na tela. Em 2025, o orçamento executado foi de R$
79.313.808. Foram empenhados R$ 75,8 milhões e pagos R$ 72 milhões. Isso
significa que ficaram restos a pagar de mais de 3 milhões de reais. Para onde
está indo esse dinheiro? Com esse montante, daria para alugar ônibus executivos
e melhorar a educação, que hoje amarga os últimos lugares em aprendizado. No
orçamento de janeiro a março de 2026, em apenas três meses, já foram empenhados
R$ 31 milhões de um total de R$ 66 milhões. É um descontrole de gastos. A
prefeitura recebe, em média, 6 milhões de reais por mês.
Vejam este contrato: R$ 57.400 para aquisição de
camisas polo. É prioridade gastar isso agora? E por que não contratar
costureiras locais para fazer o dinheiro circular na cidade? Outro exemplo
absurdo é o contrato de locação de um caminhão limpa-fossa por R$ 811.250
anuais. Com esse valor, a prefeitura poderia comprar um caminhão próprio. Além
disso, o combustível é por conta da prefeitura. É um desperdício de dinheiro
público. Esse valor daria para fazer boa parte da rede de saneamento básico de
várias ruas.
Sobre a terceirização de mão de obra, os valores são
alarmantes. Em 2023, na gestão de Dr. Ayrton, gastava-se cerca de 1,5 milhão de
reais com a cooperativa Copedu na educação. Em 2024, sob a gestão de Augusto,
esse valor saltou para R$ 5,8 milhões — um aumento de mais de 300%. Não houve
aumento proporcional de escolas ou alunos que justificasse isso. Em 2025, o
Instituto Ecovida recebeu quase 6 milhões de reais. Agora, em 2026, o novo
contrato com o Instituto Izeias prevê parcelas mensais de R$ 750 mil,
totalizando 9 milhões de reais por ano apenas na educação. Isso é um aumento de
150 mil reais por mês em relação ao ano passado. Onde está esse dinheiro? Não
há valorização dos profissionais, e o lucro fica com empresas de fora.
Isso afeta diretamente o Tangará Prev. Se houvesse
concurso público, o dinheiro das contribuições fortaleceria a previdência
municipal. Hoje, os aposentados estão com quatro dias de atraso no pagamento.
Faltam R$ 188.382 para completar a folha deste mês. O prefeito e seis
vereadores (Alcimar Germano, André Félix, Ludwig, Paulo Antas, Breno de Dona
Marlene e Aninha Viana) aprovaram, em pleno Réveillon, a redução da alíquota
patronal de 18% para 7%. Isso gerou uma economia imediata para a prefeitura,
mas quebrou o caixa da previdência. O estudo atuarial feito pela empresa Arima,
que custou 90 mil reais, foi falho e não previu o déficit. O prefeito resolveu
o problema dele e empurrou o abacaxi para os próximos gestores.
Para
encerrar, vamos falar das eleições estaduais. O grupo Renova Tangará, liderado
por Jorginho Bezerra, Cacá Bezerra e eu, apoia Gustavo Carvalho para deputado
estadual. Ele destinou ambulâncias para a cidade, mesmo sendo oposição. Para
federal, apoiamos Nina Souza. Para o governo, nosso candidato é Álvaro Dias,
com Babá Pereira como vice. Hilton, quem são seus candidatos?
"Minha deputada estadual é Cristiane Dantas.
Para o governo, acompanho Álvaro Dias e Babá. Para o Senado, Stevenson, e para federal
ainda estou decidindo.
"Chegamos ao fim. Hilton, obrigado pela
presença. Não há ressentimentos entre nós; fizemos campanhas limpas e hoje a
oposição está viva. Se o prefeito for inteligente, ouvirá nossas sugestões. Um
abraço a todos que nos acompanharam pelo Facebook, YouTube e Instagram: Carlos
Bolívar, Graça Rocha, Matheus Silva, Flávio Amaro, Massinaldo Costa, Mariseta
Guilherme, entre outros. Quem ama, renova. Até o próximo domingo, às 11 horas.
Que Deus abençoe Tangará.

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