O Brasil vinha de um período raro de elegância no
Palácio do Planalto. Primeiro, Marcela Temer: discreta, bonita, recatada e
longe do circo político. Depois, Michelle Bolsonaro: firme como uma rocha,
postura impecável, presença elegante.
Aí apareceu Janja. E o nível despencou. O cargo
virou palco, militância e constrangimento internacional.
Agora surge a possibilidade de uma nova fase.
Fernanda Bolsonaro, dentista e esposa do senador Flávio Bolsonaro, representa o
oposto da barulheira atual. Discrição, beleza e elegância — três coisas que o
Planalto perdeu nos últimos anos.
Se o Brasil voltar a ter uma primeira-dama que
entende o peso do cargo, já será um avanço.
Porque o Brasil precisa de muita coisa. Mas um pouco
de classe no Planalto também ajuda. E muito.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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