“Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo
político nacional para exigir a minha expulsão. O motivo? Não toleram uma
opinião divergente.” A fala é do professor doutor Tassos Lycurgo, que afirma
estar no centro de uma campanha de perseguição ideológica após expor posições
políticas e religiosas contrárias ao pensamento dominante em setores da
universidade.
Em publicação nas redes sociais, o docente aponta o
que chama de ‘ódio do bem’: a tentativa de silenciar quem não se alinha à militância
de esquerda, travestida de ativismo acadêmico. Segundo o professor, não é por
causa do seu desempenho em sala de aula ou à sua qualificação técnica. A
universidade estaria sendo usada como instrumento político, e não como espaço
de debate.
“Isso não é movimento estudantil. É projeto de
poder”, escreveu. A reação, afirma Lycurgo, revela um ambiente onde o
contraditório incomoda e a divergência vira alvo. “Não querem diálogo, querem
intervir. Não defendem pluralismo, defendem mobilização permanente”, declarou.

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