segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Cantor Tonzão Chagas tem prisão mantida em caso de violência doméstica no Rio; esposa está grávida de 6 meses

 


A Justiça do Rio de Janeiro manteve, neste domingo (18), a prisão do cantor Ewerton Luiz da Silva Chagas, conhecido como Tonzão Chagas. Durante a audiência de custódia, o Judiciário decidiu manter o artista detido após a prisão em flagrante por lesão corporal contra a esposa, que está grávida de seis meses.

A ocorrência aconteceu na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Logo após a prisão, Tonzão Chagas seguiu para audiência de custódia no presídio de Benfica. O caso, no entanto, tramita sob sigilo no Tribunal de Justiça.

Defesa aponta histórico de violência

Segundo a defesa da vítima, Débora Barreto, o episódio não representa um caso isolado. De acordo com os advogados, registros anteriores de violência doméstica comprovam a reiteração das agressões ao longo do tempo.

Além disso, a defesa informou que já solicitou medidas protetivas à Justiça. A advogada Catarina Souto destacou que o caso apresenta agravantes relevantes, sobretudo porque a vítima está grávida.

Ainda conforme a defesa, há provas robustas reunidas, como registros formais e documentos oficiais. Dessa forma, os advogados classificam o episódio como um cenário típico de violência doméstica continuada.

Polícia relata tentativa de agressão

A Polícia Militar informou que equipes atenderam à ocorrência após uma tentativa de agressão. No local, os agentes constataram que Tonzão Chagas apresentava sinais de embriaguez no momento da abordagem.

Por isso, os policiais efetuaram a prisão em flagrante ainda na residência. Em seguida, o cantor foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.

Vítima relata medo e pede orações

Após o episódio, Débora Barreto publicou um vídeo nas redes sociais relatando que sentiu fortes dores durante a madrugada. Segundo ela, o mal-estar se intensificou, o que a levou a procurar atendimento médico.

Além disso, a vítima afirmou que permanece em observação. Em outra publicação, ela compartilhou uma imagem do exame de ultrassom e relatou o impacto emocional do ocorrido.

Segundo Débora, a situação foi extremamente difícil e poderia ter provocado um aborto. Por fim, ela pediu orações e apoio, destacando que nenhuma mulher, especialmente grávida, deveria passar por esse tipo de violência.

O caso segue sob investigação. Enquanto isso, a Justiça analisa os pedidos de medidas protetivas solicitados pela defesa da vítima.

 

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