O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL)
sinalizou nesta terça-feira (6), durante evento em Goiânia (GO), que um
eventual governo seu não deverá apoiar a permanência dos atuais presidentes da
Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União
Brasil-AP).
Ao comentar a nova composição do Congresso, que
ampliou a presença da direita, Flávio destacou a possibilidade de construir
maioria nas duas Casas para definir seus respectivos comandos.
“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à
direita do que ele já é hoje, com maioria no Senado para fazer o presidente do
Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente
mudar a Constituição”, afirmou.
A eleição dos comandos das duas Casas ocorre em
fevereiro de 2027 e será estratégica para a relação de um eventual governo
Flávio com o Congresso.

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