O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da
campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, acusou o advogado-geral da
União, Jorge Messias, de agir como “militante do PT” após uma publicação de
Messias citando o Banco Master.
“Quando o advogado-geral da União se comporta como
militante do PT e abre mão de sua função institucional, só nos resta como
brasileiros dar o cartão vermelho a ele e toda a caterva do PT, que usa o
Estado brasileiro sem nenhuma cerimônia como extensão do partido”, escreveu
Marinho no X.
O senador ainda acusou o governo de
“patrimonialismo, aparelhamento, corrupção e desprezo pelas instituições” e
encerrou a publicação com a frase: “O remédio é FLÁVIO 22”.
Messias havia afirmado que um candidato à
Presidência procurou o dono do banco, Daniel Vorcaro, para pedir milhões em
benefício da própria família. Sem citar Flávio nominalmente, o ministro também
destacou a atuação do governo Lula no caso e afirmou que a Justiça cancelou R$
4,7 bilhões em precatórios ligados ao Master.

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