O jornalista Paulo Cappelli afirmou que, após
mudança na cúpula da Polícia Federal, promovidas em abril, as investigações
contra o filho do presidente Lula, o empresário Fábio Luís Lula da Silva,
conhecido como Lulinha, caíram de três para apenas uma.
Peritos que tocavam o caso foram remanejados. Um
deles, que coordenava as investigações contra Lulinha, foi remanejado para o
caso do Banco Master. O episódio abriu crise com o STF e levou o senador e
presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a acusar o chefe da PF, Andrei
Rodrigues, de interferir na corporação para blindar Lulinha.

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