A defesa da esposa do empresário Pedro Gadelha, que
a agrediu neste fim de semana na Lagoa do Bonfim (leia aqui), divulgou nota em
que cita “providências necessárias à proteção de integridade física e
emocional”.
O documento é assinado pela advogada Mikarla Gois
Câmara.
Leia
a íntegra:
Diante da repercussão do caso de violência
doméstica, esta defesa informa que a vítima está recebendo assistência jurídica
e acompanhamento em todas as etapas, com a adoção das providências necessárias
à proteção de sua integridade física e emocional.
A atuação desta defesa é estritamente técnica,
voltada à proteção dos direitos da vítima e à apresentação dos elementos
relevantes ao processo, sempre em respeito às atribuições constitucionais do
Ministério Público, à independência do Poder Judiciário e ao devido processo
legal.
O ciclo da violência pode envolver controle,
manipulação, ameaças, medo e enfraquecimento emocional. Julgamentos
precipitados, exposição indevida e culpabilização apenas ampliam o sofrimento
da vítima e afastam outras mulheres da rede de proteção.
Solicitamos à imprensa e ao público responsabilidade
na divulgação das informações e nos comentários, especialmente para preservar a
intimidade da vítima.
Os fatos seguirão sendo apurados pelas autoridades
competentes. À sociedade cabe acolher e proteger a vítima, jamais julgá-la.
Após a audiência de custódia, o acusado permanece
preso e à disposição da Justiça.Diante da repercussão do caso de violência
doméstica, esta defesa informa que a vítima está recebendo assistência jurídica
e acompanhamento em todas as etapas, com a adoção das providências necessárias
à proteção de sua integridade física e emocional.
A atuação desta defesa é estritamente técnica,
voltada à proteção dos direitos da vítima e à apresentação dos elementos
relevantes ao processo, sempre em respeito às atribuições constitucionais do
Ministério Público, à independência do Poder Judiciário e ao devido processo
legal.
O ciclo da violência pode envolver controle,
manipulação, ameaças, medo e enfraquecimento emocional. Julgamentos
precipitados, exposição indevida e culpabilização apenas ampliam o sofrimento
da vítima e afastam outras mulheres da rede de proteção.
Solicitamos à imprensa e ao público responsabilidade
na divulgação das informações e nos comentários, especialmente para preservar a
intimidade da vítima.
Os fatos seguirão sendo apurados pelas autoridades
competentes. À sociedade cabe acolher e proteger a vítima, jamais julgá-la.
Após a audiência de custódia, o acusado permanece
preso e à disposição da Justiça.

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