Estudantes e integrantes de movimentos sociais
invadiram e ocuparam neste sábado (11) a Casa da Estudante Nísia Floresta, na
Cidade Alta, em Natal. Segundo os manifestantes, o prédio passou por uma
reforma de mais de R$ 400 mil, mas permanece fechado entre três e seis anos,
sem atender estudantes.
A casa tem capacidade para abrigar 72 moradoras,
entre alunas do ensino médio e superior vindas do interior do Rio Grande do
Norte. Os manifestantes cobram a reabertura da unidade de moradia estudantil feminina.
A ocupação reúne organizações como o Movimento
Correnteza, Rebele-se, Movimento de Mulheres Olga Benário e a Corrente
Revolucionária da UERN. Os grupos afirmam que o fechamento do espaço dificulta
a permanência de estudantes na educação e denunciam uma suposta tentativa do
Governo do Estado de extinguir a assistência estudantil feminina.
Os manifestantes informaram que permanecerão no
local até que o Governo do Estado e a UFRN recebam a proposta do movimento, que
reivindica a reabertura imediata da Casa da Estudante.

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