A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em
flagrante, na tarde desta quinta-feira (23), um homem, de 29 anos, suspeito
pela prática do crime de tráfico de drogas. A prisão foi realizada no município
de Natal.
De acordo com as investigações, o suspeito realizava
a comercialização de entorpecentes por meio de redes sociais, utilizando a
internet para divulgar e negociar a venda das substâncias. Há, ainda, indícios
de que parte das vendas era destinada a turistas que visitam a capital
potiguar, circunstância evidenciada pela apreensão de moedas estrangeiras no
imóvel.
Diligências foram realizadas pela equipe policial,
que desarticulou uma sofisticada estrutura destinada ao cultivo, beneficiamento
e comercialização de flores de maconha, droga produzida com técnicas
específicas que proporcionam maior concentração do principal componente
psicoativo da planta, o tetrahidrocanabinol (THC), tornando-a
significativamente mais valorizada no mercado ilícito.
No local, os policiais apreenderam uma vasta
quantidade de flores de maconha em diferentes estágios de produção, além de
realizarem o desmonte de duas estufas utilizadas no cultivo da droga e de toda
a estrutura empregada no processo de beneficiamento do entorpecente.
Segundo apurações preliminares, após a conclusão do
processo de cultivo, secagem e preparação das flores para comercialização, a
quantidade total da droga apreendida poderia ultrapassar os 10 quilos.
Considerando o valor praticado no mercado ilícito, em que cada grama desse tipo
de substância pode ser comercializada por aproximadamente R$ 50,00, o montante
apreendido possui potencial para gerar um lucro estimado superior a R$ 500 mil
no comércio varejista de drogas.
O suspeito foi conduzido à unidade policial, onde
foi autuado em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas, permanecendo à
disposição da Justiça.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça a
importância da colaboração da população no combate ao tráfico de drogas.
Informações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia
181.

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