O caso do assassinato
do advogado Cassiano José Pereira da Silva , nesta sexta-feira
(10), ainda não tem uma linha de investigação oficial divulgada pela Polícia
Civil. As apurações do crime já foram iniciadas. No entanto, a instituição
informou que não pode detalhar as hipóteses para não atrapalhar o andamento do
trabalho.
"O caso segue sob investigação, e diligências
estão em andamento para esclarecer as orientações do crime, identificar a
autoria e a motivação. Novas informações serão divulgadas à medida que o
andamento das investigações permita, sem prejuízo ao trabalho policial",
informou em nota.
O advogado foi assassinado enquanto estava em um
restaurante na comunidade Primeiro Rio, em Arez. Ele foi atingido por ao menos
um tiro na região da nuca. Segundo a Polícia Civil, a esposa dele e um amigo
também não estavam no local.
“Assim que tomaram conhecimento da ocorrência,
equipes da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da unidade
responsável pelo atendimento ao município de Tibau do Sul, deslocaram-se
imediatamente ao local e realizaram os primeiros levantamentos investigativos,
além de iniciar as diligências para apuração dos fatos”, apontou a Polícia
Civil.
A OAB-RN também esteve no local para apurar mais
detalhes, já que a vítima era um advogado. “Estamos aqui para colher as
informações, saber se o crime foi comprometimento no exercício da profissão,
atuamos na defesa do profissional no seu exercício”, explicou Sérgio Feitosa,
Procurador de Prerrogativas da OAB-RN.
Além de advogado, Cassiano era servidor de Pedro
Velho. Ele também já tinha sido vereador do município, policial civil da
Paraíba e policial militar do Rio Grande do Norte.

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