Secretários nacionais do PT ligados às áreas de
Mulheres, Juventude, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo denunciaram terem sido
excluídos das reuniões que discutem a divisão do fundo eleitoral da legenda,
segundo reportagem
da coluna do jornalista Carlos Madeiro, do UOL.
A exclusão gerou críticas internas por atingir
justamente secretarias responsáveis por pautas que o PT historicamente afirma defender
e priorizar.
Grupo foi retirado da sala quando
começou o debate sobre distribuiçãoo do fundo eleitoral estimado em R$ 615
milhões
De acordo com a publicação, os representantes
participaram normalmente das reuniões do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), em
Brasília, mas foram retirados da sala quando começou o debate sobre a
distribuição dos recursos do partido, estimados em R$ 615,4 milhões pelo
Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em mensagem enviada ao grupo do Diretório Nacional,
os quatro secretários afirmaram que a medida enfraquece a participação
democrática, desconsidera a diversidade e contraria decisão anterior da direção
nacional que garantia a presença dos setoriais nas discussões.
Segundo o UOL, integrantes da direção do partido
divergiram sobre a exclusão. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, e
outros dirigentes votaram contra a medida, mas foram derrotados pela maioria.
Os secretários informaram que entregarão uma carta à presidência da legenda
pedindo a reversão da decisão. Procurado pelo UOL, o Diretório Nacional do PT
não havia se manifestado até a publicação da reportagem.

Nenhum comentário:
Postar um comentário