Dentro do Palácio do Planalto, que inclui Casa
Civil, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria de Comunicação e o
próprio Lula, existe a certeza de que o MDB e o PSD são os “traidores” que
impuseram semana de humilhação e derrotas ao governo, com a rejeição de Jorge
Messias (AGU) e a derrubada do veto ao projeto de redução de penas, o tal “PL
da dosimetria”. Como a votação de indicados ao STF é secreta, o palácio só
esperou um dia para puxar os votos do veto.
A informação está na coluna de Cláudio Humberto, no
Diário do Poder. No MDB, o senador governista Eduardo Braga (AM), por exemplo,
surpreendeu lulistas ao votar para derrubar o veto a dosimetria.
Braga, que precisa renovar o mandato, anda
insatisfeito com o PT amazonense, que pretende lançar Marcelo Ramos ao Senado.
Ainda no Amazonas, mas no PSD, o lulista Omar Aziz também engrossou a derrota
do governo e enterrou o veto a redução de penas.
A expectativa é que a as exonerações de indicados
dos dois partidos no governo Lula tenham início já nos próximos dias.

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