A notícia é do site do jornal Extra:
Uma mulher casada que atua como garota de programa e
modelo no OnlyFans admitiu ter matado um cliente que a havia contratado para a
realização de um fetiche perigoso. Michaela Rylaarsdam, de 32 anos, declarou-se
culpada em tribunal de San Diego (Califórnia, EUA) nesta semana.
Durante o programa, pelo qual Michaela recebeu US$
11 mil (cerca de R$ 54 mil), a profissional do sexo colocou fita adesiva sobre
a boca de Dale e um saco plástico em volta da cabeça. Como suas mãos estavam
amarradas, Michael não conseguiu remover o plástico.
Michael permaneceu com o plástico em volta da cabeça
por 8 minutos. Percebendo a gravidade da situação, Michaela ligou para o 911
(serviço de emergências nos EUA). Paramédicos não demoraram a chegar, mas havia
pouco a fazer. O cliente foi declarado com morte cerebral no dia seguinte, de
acordo com o "NY Post".
Michaela é casada com Brandon Rylaarsdam e tem três
filhos. O marido sabia da atividade profissional dela e até ajudava Michaela a
administrar o negócio, especialmente o site criado por ela — Secret Hostess —
para exibir fotos e anunciar os seus serviços. Na página, a americana se
descreve como uma "criação sofisticada e elegante" com "10 anos
de experiência". Ela diz diz especialista em "lap dance
acrobática". Michaela também atuava por videochamadas, cobrando US$ 150
(R$ 740) por sessão.
Seu advogado, Dan Cohen, afirmou que Michaela não
tinha intenção de matar o clidente, argumentando que, embora o consentimento
não seja uma defesa legal, é "certamente um fator atenuante".
"Não houve intenção de matar e nem tentativa de
encobrir o ocorrido. E ela agiu de forma apropriada quando percebeu que isso
era um problema. Definitivamente, há um elemento consensual. Não apenas algo
com que ele consentiu, mas algo que ele buscou ativamente", declarou ele.
O fetiche sadomasoquista visto no caso é chamado de
asfixia erótica, que consiste na restrição intencional de oxigênio ao cérebro
para aumentar o prazer sexual. É considerada uma prática de alto risco de morte
acidental.

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