O senador Flávio Bolsonaro não é
presidente do Brasil, mas foi ele que conseguiu arquitetar a medida que mais
terá impacto no combate ao Comando Vermelho (CV) e ao Primeiro Comando da
Capital (PCC).
Flávio pediu e o presidente americano Donald
Trump atendeu, designando CV e PCC como organizações terroristas
estrangeiras.
Bancos brasileiros poderão sofrer sanções se tiverem
algum vínculo com essas organizações.
A insegurança jurídica vai aumentar.
Mas qual será o resultado disso?
Bancos e demais instituições financeiras vão cobrar
mais ação das nossas autoridades para detectar e avisar qualquer possível conta
do PCC ou do CV, antes que os Estados Unidos façam alguma coisa.
Quem der apoio a essas organizações criminosas
poderá ser punido diretamente pelos americanos.
Qual brasileiro será contra isso?
BNDES em ação
A designação de PCC e CV como organizações
terroristas terá impacto real a partir de 5 de junho.
Lula, já prevendo
esse cenário, anunciou no dia 12 deste mês um pacote contra o crime organizado
de 11 bilhões de reais.
A pérola: dinheiro do BNDES para financiar a compra
de viaturas e de motos.
Parece piada.
Ninguém acreditou.
Ninguém deu importância.
Sempre que Flávio toma a dianteira, fica mais claro
que o presidente não governa mais o país.
Na posse do presidente chileno José Antonio Kast, em
março, Lula simplesmente não foi.
Mandou o chanceler de ofício, Mauro Vieira.
Quem compareceu foi Flávio Bolsonaro, que aproveitou
a ocasião para se encontrar com vários políticos da região, como Javier
Milei, Juan Guaidó, María Corina Machado, Rodrigo
Paz e Daniel Noboa.
Não existe vácuo na política. Nem na diplomacia.
Lula só pensa em sua campanha para a reeleição. Tudo
o que ele faz tem esse objetivo.
Meteorologistas estão alertando desde o final do ano
passado para o perigo de um Super El Niño. O governo federal ignora o assunto.
Na segunda, 26, o ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF) Flávio Dino intimou a União e os estados da
Amazônia Legal e do Pantanal a informarem.

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