Uma análise publicada pelo jornalista
Cláudio Humberto, em sua coluna no Diário do Poder, levanta a
informação de que o filme “Lula, o Filho do Brasil”, lançado em 2009, teria
sido financiado por empresas que anos depois se tornaram protagonistas da
Operação Lava Jato.
Segundo a coluna, entre os supostos financiadores
estariam empreiteiras como Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa, além da JBS, todas
envolvidas posteriormente em investigações de corrupção no Brasil. Ou seja, o
filme biográfico sobre Lula (PT) teria recebido recursos de empresas que, anos
depois, foram alvo de investigações.
“O pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro
das empreiteiras Odebrecht, Camargo Correa e OAS, que mais tarde viram seus
controladores atrás das grades. Outra que colocou grana no filme de Lula foi a
manjada JBS”, traz trecho da análise.
Conforme a coluna, essas empresas também mantinham
contratos bilionários com a Petrobras no período. “…assinaram ao menos cinco
contratos com a Petrobras. No total: R$8,9 bilhões”. Entre estes, o da
refinaria Abreu e Lima, um dos focos de apuração da Lava Jato.
Outro ponto citado é a participação da JBS no
financiamento do filme, empresa que posteriormente firmou acordos de delação
premiada no âmbito das investigações. E relembra que o então presidente
Lula estava no cargo no período em que parte desses contratos teria sido
firmada.

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