O pré-candidato à Presidência da República e
ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou em vídeo divulgado
nas redes sociais que, se eleito, privatizará a Petrobras e o Banco do Brasil,
e promoverá cortes em supersalários e cargos públicos, como parte de um plano
de redução do tamanho do Estado e controle de gastos públicos.
Zema defendeu uma agenda econômica mais liberal e
criticou o que chamou de “gastos excessivos do governo federal”, afirmando que
o país vive um desequilíbrio entre arrecadação e despesas
públicas. Segundo ele, o modelo atual gera aumento da dívida pública e
impacto direto na economia da população, especialmente no crédito e no custo de
vida.
“Vou privatizar a Petrobras, vou privatizar o Banco
do Brasil e vou passar a faca em supersalários, mordomias e esquemas que
sustentam os intocáveis de Brasília”, afirmou.
Em outro trecho, Zema afirmou que pretende reduzir
estatais, cortar cargos comissionados e rever participações do governo em
empresas privadas. Ele também criticou o tamanho da máquina pública e defendeu
medidas de austeridade para “zerar o custo Brasil”, segundo suas palavras.

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