A Justiça decidiu manter a prisão de Evellin
Thayna, detida com 28 tabletes de crack durante uma ação policial realizada
pelo Polícia Militar do Rio Grande do Norte, por meio do 9º Batalhão, na
rodoviária de Natal.
Durante a audiência de custódia, o Judiciário
entendeu que a gravidade do crime, aliada à expressiva quantidade de
entorpecente apreendido, justifica a manutenção da prisão preventiva.
A decisão também considerou a necessidade de
garantir a ordem pública, reforçando o entendimento de que a liberdade da
suspeita poderia representar risco diante das circunstâncias do caso.
A mulher permanece à disposição da Justiça enquanto
o processo segue em tramitação.

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