O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou o que
chamou de “narrativa da esquerda” para incriminá-lo no Caso Master pelo fato de
ter viajado no avião do banqueiro Daniel Vorcaro em 2022. Em suas redes
sociais, Nikolas comparou o episódio a outros indícios envolvendo ministros do
governo Lula e do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Você fez um contrato de R$ 129 milhões com o Banco
Master? Não. Nesse caso, foi a mulher de Moraes. Então, você esteve com ele de
forma secreta na sua casa? Não. Nesse caso, foi o Lula. Recebeu R$ 5 milhões
sem contrato com o Banco Master? Também não. Nesse caso, foi o ministro do Lula
que recebeu esse dinheiro. Então, ele financiou esse evento que você estava aí
viajando pra fazer campanha pro Bolsonaro? Não. Ele estava financiando os
eventos do ministro do STF”, ironizou.
“Há literalmente quatro anos atrás eu fui convidado
para poder participar de um evento chamado Juventude Pelo Brasil. E este
evento, que fez a logística – eu não fiz – contratou uma empresa – eu não
contratei – pra poder fazer este transporte. Ou seja, era de uma empresa e
dentro dessa empresa tinha vários sócios e dentro desses sócios um deles era o
Vorcaro”, disse o deputado.
“A narrativa de agora é de que eu sou responsável
por um ato futuro de alguém? Caramba, como que eu vou prever isso? […] Eu, por
exemplo, faço palestras no Brasil inteiro. Imagina se eu responder por cada
crime que uma outra pessoa cometeu só porque eu usei o avião dela pra poder ir
fazer algo. E naquele momento não tinha o por que de eu simplesmente chegar e
investigar a empresa, ou quem está pagando, porque no fim das contas ele não
estava sendo exposto como uma pessoa investigada”, afirmou o deputado.
Nikolas lembrou ainda de contratos firmados por
Ricardo Lewandowski e pela advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre
de Moraes, firmados com empresas ligadas a Vorcaro, além do suposto
envolvimento do ministro Dias Toffoli com o banqueiro.
Com informações de Metrópoles

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