Mesmo após a rejeição do pedido, o presidente da
CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que pretende retomar a
convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na comissão que investiga
desvios bilionários de recursos de aposentados.
Em dezembro, o requerimento foi barrado por 19 votos
a 12, mas Viana disse que o tema voltará à pauta “na primeira oportunidade”.
Segundo ele, cada parlamentar deverá votar “de acordo com a própria
consciência”.
A Polícia Federal apura menções a Lulinha nas
investigações sobre fraudes no INSS. O presidente Lula já declarou que
conversou com o filho e afirmou que, se houver irregularidades, ele deverá
responder por isso.
Frei Chico e outros nomes
Além de Lulinha, Viana também pretende recolocar em
votação a convocação de Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do
Sindnapi, e de Danielle Miranda Fonteles, publicitária ligada ao PT citada em
transações com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
A base governista, que tem maioria na CPMI, tem
conseguido barrar esses pedidos. Em outubro, requerimentos contra Frei Chico e
Danielle Fonteles foram rejeitados por 19 votos a 11.
Para a próxima segunda-feira, estão previstas as
oitivas do deputado estadual Edson Araújo (MA) e de Paulo Camisotti, filho e
sócio do empresário Maurício Camisotti. As reuniões deliberativas da CPMI, no
entanto, costumam ocorrer às quintas-feiras.

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