Em artigo de opinião publicado no Jornal
Diário 360, o jornalista Rodolfo Oliveira afirma que Gil do Vigor “mente”
ao atribuir exclusivamente ao governo Michel Temer os cortes na
Educação que impactaram pesquisas científicas. Segundo o articulista, os
contingenciamentos começaram ainda na gestão de Dilma Rousseff.
O texto sustenta que, em 2015, o Ministério da
Educação sofreu bloqueio superior a R$ 10,5 bilhões — cerca de 10% do orçamento
da pasta — atingindo programas como Fies, Pronatec, creches e universidades
federais. Para o jornalista, as medidas fizeram parte do ajuste fiscal adotado
naquele momento para enfrentar a crise econômica.
O artigo também argumenta que a Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) de 2016 foi aprovada ainda sob Dilma, prevendo cenário de
restrição de despesas. Temer assumiu a Presidência interinamente em maio de
2016 e de forma definitiva em agosto, tendo sancionado seu primeiro orçamento
apenas no ano seguinte, conforme destaca o autor.
Na avaliação de Rodolfo Oliveira, responsabilizar
apenas Temer ignora o contexto fiscal anterior e reescreve os fatos. O texto
classifica como equivocada a narrativa que desconsidera os cortes realizados
antes da mudança de governo.
O conteúdo é opinativo e reflete exclusivamente a
análise do jornalista sobre o debate político em torno do financiamento da
Educação e da ciência no país.
Com informações do Poder360

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