A prefeita de Ouro Branco (RN), Fátima
Silva, perdeu seus direitos políticos pela segunda vez, pelo Tribunal de Justiça do RN,
que votaram à unanimidade, em consonância com o parecer do Ministério
Público Estadual. Esse processo, que resultou na perda dos seus direitos
políticos por três anos, se deu por contratação de advogados sem licitação. A
perda dos direitos políticos de Fátima Silva foi fixada após análise do
Tribunal de Justiça do RN, que reformou a sentença da Ação de Improbidade
Administrativa 0100272-51.2016.8.20.0117, de Jardim do Seridó.
No processo, os desembargadores do TJ-RN observaram
que a contratação de escritório de advocacia para simples assessoria ou
consultoria, reconhecido em depoimento pelo próprio Secretário Municipal de
Administração Francisco Segundo, não poderiam autorizar a inexigibilidade de
licitação, o que demonstra a prática de ato de improbidade administrativa.
Com a sentença, Fátima Silva torna-se o primeiro
político da história de Ouro Branco a ter perda dos direitos políticos por
processo judicial. Ela deverá levar esse título no apoio à sucessão municipal,
nas eleições desse ano, quando tentará encontrar um nome que continue sua
gestão a partir de 2021. Do acórdão, cabe recurso.

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