Por Gabriel Mascarenhas
Sergio Moro vai
passar para o outro lado do balcão. Ele informou à Comissão de Ética da
Presidência da República que vai trabalhar como consultor e advogado de um
escritório — provavelmente o de sua mulher, Rosangela.
Comunicou também que pretende dar aulas e aceitar um
convite para ser colunista de uma revista.
Cabe ao colegiado avaliar se Moro pode mergulhar nos
novos desafios desde já ou, em caso de potencial conflito de interesses, lhe
impor uma quarentena de seis meses.
Sobre projetos políticos, claro, não
precisou abrir nada à comissão.

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