Com a diferença de fuso horário, os primeiros
resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados
brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.
Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil
votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro
obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu
pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em
que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.
Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais
expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332
sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que
registrou um voto.
Crescimento exponencial do eleitorado
fora do país
O cenário na Oceania reflete a expansão do voto
brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a
votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918
mil eleitores em 2026.
Para efeito de comparação, o colégio eleitoral
brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da
federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).
Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou
urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de
eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados
Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos)
e o Japão, com 88,4 mil eleitores.
Com informações do ICL Notícias

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