Em Mossoró, seis candidatos foram presos com
indícios de uso de equipamentos eletrônicos, incluindo pontos eletrônicos, para
receber informações durante a prova. Em Natal, uma pessoa também foi detida.
A investigação aponta que terceiros poderiam estar
resolvendo as questões fora dos locais de prova e transmitindo as respostas aos
candidatos por meio dos dispositivos. As apurações continuam para buscar
identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a extensão do esquema.
Os envolvidos podem responder pelo artigo 311-A do
Código Penal, que trata de fraude em concurso público e prevê pena de um a
quatro anos de prisão, além de multa.
A operação da Polícia Civil contou com apoio da
Polícia Penal, da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) e
da Secretaria de Estado da Administração (SEAD).

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