Lideranças evangélicas saíram em defesa de Flávio
Bolsonaro (PL) e acusaram o presidente Lula (PT) e seus apoiadores de espalhar
uma notícia falsa para criar conflito entre católicos e evangélicos na reta
final da eleição.
A reação foi divulgada pelo Conselho
Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade
criada pelo pastor Silas Malafaia. O comunicado rebate a informação falsa de
que Flávio, se eleito, retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de
padroeira do Brasil.
A entidade afirma que “repudia com veemência a
utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um
adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre
católicos e evangélicos”.
“Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe
nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma
candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer
religião”, completa o documento, assinado por Malafaia e outros 12 pastores.

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