A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) pediu à Justiça
Eleitoral a prisão preventiva de George Marques, coordenador-geral de
Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da
Presidência da República, por incentivar a disseminação de uma fake news
envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
De acordo com a notícia-crime, Marques compartilhou
no X uma publicação que orientava usuários a continuar espalhando a informação
falsa de que Flávio e o PL pretendiam retirar de Nossa Senhora Aparecida o
título de Padroeira do Brasil. A postagem foi apagada posteriormente.
A defesa também pediu busca e apreensão dos equipamentos
do servidor e a preservação de registros de suas redes sociais. O pedido ocorre
após o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
determinar a remoção de conteúdos sobre o tema e classificar como “notoriamente
inverídica” a afirmação atribuída a Flávio. O boato surgiu a partir da retomada
de um projeto apresentado em 2007 por outro parlamentar, que foi posteriormente
arquivado. Flávio não era autor da proposta.
A Secom não havia se pronunciado sobre o caso até
publicação desta matéria.
George Marques da Silva e Silva é jornalista e
analista político. Atua na Secom da Presidência da República e, desde setembro
de 2025, ocupa o cargo de coordenador-geral de Estratégia e Informação. Está no
Planalto desde janeiro de 2023.
Com informações de Poder 360 e Jovem Pan


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