O fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, afirmou
em uma proposta de delação que realizava pagamentos mensais de R$ 3 milhões em
propina para um grupo ligado ao senador Jaques Wagner (PT-BA).
Segundo o ex-banqueiro, R$ 2 milhões eram pagos por
meio de contrato entre o Master e a PKL One, empresa que explorava o Credcesta,
voltado à concessão de empréstimos consignados a funcionários públicos baianos.
Vorcaro afirmou que a PKL One era controlada por
Augusto Lima e Wagner como sócios ocultos.
O R$ 1 milhão restante, segundo o relato apresentado
na proposta de delação, era pago em espécie a aliados do senador.
Na proposta, Vorcaro também cita cinco vezes Rui
Costa (PT-BA), ex-governador da Bahia e ex-chefe da Casa Civil, mas não explica
diretamente qual seria a relação dele com a suposta propina.
As informações constam do relato apresentado por
Vorcaro e representam acusações feitas pelo fundador do Banco Master.

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