segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Em nota, defesa da esposa de Pedro Gadelha revela “providências necessárias à proteção de integridade física e emocional”

 


A defesa da esposa do empresário Pedro Gadelha, que a agrediu neste fim de semana na Lagoa do Bonfim (leia aqui), divulgou nota em que cita “providências necessárias à proteção de integridade física e emocional”.

O documento é assinado pela advogada Mikarla Gois Câmara.

Leia a íntegra:

Diante da repercussão do caso de violência doméstica, esta defesa informa que a vítima está recebendo assistência jurídica e acompanhamento em todas as etapas, com a adoção das providências necessárias à proteção de sua integridade física e emocional.

A atuação desta defesa é estritamente técnica, voltada à proteção dos direitos da vítima e à apresentação dos elementos relevantes ao processo, sempre em respeito às atribuições constitucionais do Ministério Público, à independência do Poder Judiciário e ao devido processo legal.

O ciclo da violência pode envolver controle, manipulação, ameaças, medo e enfraquecimento emocional. Julgamentos precipitados, exposição indevida e culpabilização apenas ampliam o sofrimento da vítima e afastam outras mulheres da rede de proteção.

Solicitamos à imprensa e ao público responsabilidade na divulgação das informações e nos comentários, especialmente para preservar a intimidade da vítima.

Os fatos seguirão sendo apurados pelas autoridades competentes. À sociedade cabe acolher e proteger a vítima, jamais julgá-la.

Após a audiência de custódia, o acusado permanece preso e à disposição da Justiça.Diante da repercussão do caso de violência doméstica, esta defesa informa que a vítima está recebendo assistência jurídica e acompanhamento em todas as etapas, com a adoção das providências necessárias à proteção de sua integridade física e emocional.

A atuação desta defesa é estritamente técnica, voltada à proteção dos direitos da vítima e à apresentação dos elementos relevantes ao processo, sempre em respeito às atribuições constitucionais do Ministério Público, à independência do Poder Judiciário e ao devido processo legal.

O ciclo da violência pode envolver controle, manipulação, ameaças, medo e enfraquecimento emocional. Julgamentos precipitados, exposição indevida e culpabilização apenas ampliam o sofrimento da vítima e afastam outras mulheres da rede de proteção.

Solicitamos à imprensa e ao público responsabilidade na divulgação das informações e nos comentários, especialmente para preservar a intimidade da vítima.

Os fatos seguirão sendo apurados pelas autoridades competentes. À sociedade cabe acolher e proteger a vítima, jamais julgá-la.

Após a audiência de custódia, o acusado permanece preso e à disposição da Justiça.

 

 

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