A arrecadação de impostos e contribuições federais
somou R$ 1,587 trilhão no primeiro semestre de 2026, um crescimento real de
6,63% em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação. Um
novo recorde, segundo a Receita Federal, já que este é o maior valor para o
período desde o início da série histórica, em 2000.
O desempenho foi impulsionado principalmente pela
receita previdenciária, que arrecadou R$ 381,1 bilhões, alta real de 5,08%,
refletindo o crescimento da massa salarial, o aumento da arrecadação do Simples
Nacional e a reoneração gradual da folha de pagamentos.
Outro destaque foi o IOF, cuja arrecadação alcançou
R$ 50,3 bilhões, avanço real de 30,4%, impulsionado pelo aumento das alíquotas
do imposto.
Também registraram crescimento o IRPJ e a CSLL, com
arrecadação de R$ 313 bilhões (+5,73%), e o PIS/Cofins, que somaram R$ 309,6
bilhões (+4,45%), beneficiados pelo aumento da atividade econômica, do consumo
e da prestação de serviços.

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