Duas semanas depois da fuga, os cinco presos
que escaparam da Penitenciária Estadual de Alcaçuz , em Nísia
Floresta, continuaram foragidos. A informação foi divulgada pela Secretaria
Estadual de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap-RN), que
também divulgou uma série de medidas de segurança no Complexo de Alcaçuz.
De acordo com a massa, as ações incluem
patrulhamento interno e externo, além de rodadas em áreas estratégicas. As
unidades - Alcaçuz e Rogério Coutinho Madrugada - também estão realizando
treinamentos dos Planos de Contingência, com simulações e procedimentos
específicos para situações de crise e emergência.
As equipes realizam monitoramento constante do
perímetro das penitenciárias, com foco na prevenção de ocorrências, reforço da
vigilância e apoio às rotinas operacionais de segurança das unidades. O trabalho
é concluído de forma integrada com policiais penais de plantão e setores
operacionais.
As rondas contam ainda com acompanhamento em tempo
real por meio das câmeras da Central de Rádio e Videomonitoramento do Sistema
Penitenciário, permitindo resposta rápida em situações de necessidade e maior
controle das movimentações no complexo prisional.
A presença ostensiva do Grupo de Operações Especiais
(GOE) nas unidades faz parte da estratégia permanente de fortalecimento da
segurança institucional, contribuindo para a estabilidade do sistema prisional,
proteção dos servidores e manutenção da disciplina no ambiente carcerário.
“A atuação do GOE integra o conjunto de ações
preventivas e operacionais desenvolvidas pela Secretaria da Administração
Penitenciária do Rio Grande do Norte (SEAP) para fortalecimento da segurança e
manutenção da ordem nas unidades prisionais do Estado”, afirmou.
Quem são os foragidos
Os presos que escaparam foram identificados como:
* Carlos Soares Alves da Silva
* Jefferson Cleyton Lima da Silva
* Maycon Dias Mora
* Pedro Gabriel da Silva
* Rodrigo da Silva Nascimento
De acordo com a Seap, apenas Carlos foi considerado
de periculosidade média. Os demais detentos eram apontados como baixa
periculosidade.


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