domingo, 10 de maio de 2026

Dia de chuva em Natal: Os sapos aparecem no interior e os deputados aparecem na capital

 


No interior do RN quando chove, os sapos saem dos buracos. Na capital, quem aparece é Fernando Mineiro e a patricinha bolivariana Natália Bonavides. A lógica é a mesma: só surgem quando o tempo muda.

Natália está no oitavo ano de mandato federal. Oito anos representando Natal no Congresso. Oito anos com acesso a emendas parlamentares, com poder de pressão em Brasília, com voz e voto no orçamento federal. E Natal, que é o principal colégio eleitoral dela e de Fernando Mineiro, não viu cor de emenda relevante para infraestrutura urbana. Nada de obra concreta. Nada que o natalense possa apontar e dizer: isso veio do mandato deles.

O que o eleitor de Natal recebe é discurso. Palanque. Nota de repúdio. Live de militância. No dia de votação importante, aparecem com a bandeira certa e o slogan correto. No dia de mandar recurso para pavimentar uma rua, consertar um canal, investir numa praça, numa escola ou numa UPA, somem.

Natal é cidade grande, com problemas grandes e com representantes federais que tratam o mandato como espaço de performance ideológica, não como ferramenta de transformação concreta para quem vive aqui.

O natalense tem memória. E em outubro tem que dar uma resposta nas urnas proporcional ao abandono que recebeu nesses anos todos.​​​​​​​​​​​​​​​​

 

 

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