Caciques da federação União Progressista (União
Brasil/PP) não acreditam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre
(União-AP), partirá para o confronto aberto com o presidente Luiz Inácio Lula
da Silva, após derrotar o governo com a rejeição do nome de Jorge Messias para
o Supremo Tribunal Federal.
Eles enxergam, no entanto, um efeito colateral do
afastamento de Alcolumbre do presidente. O receio de que ele trabalharia contra
o apoio formal da federação à candidatura prsidencial de Flávio Bolsonaro (PL)
não existe mais. A expectativa é que ele agora não se oponha à aliança.
Oficialmente, União e PP ainda dizem estar avaliando
o comportamento de Flávio para decidir se o apoiam. O discurso é que é preciso
esperar para ver se ele manterá posições moderadas. Na prática, a decisão pela
coligação já está praticamente tomada.
Folha de São Paulo
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