O regime de Nicolás Maduro foi responsável por mais
de 10 mil execuções extrajudiciais desde 2013, segundo relatório da ONG
venezuelana PROVEA. Só em 2025, centenas de pessoas foram mortas por forças
policiais e militares do chavismo. O relatório fala em tortura,
desaparecimentos forçados, perseguição política e repressão contra opositores,
sindicalistas e defensores de direitos humanos.
E aí fica impossível não lembrar da relação
histórica entre Lula e Maduro. Durante anos, Lula tratou o ditador venezuelano
como aliado político, parceiro ideológico e vítima de “narrativas”. Enquanto
isso, o povo venezuelano era perseguido, preso, torturado e morto.
A esquerda brasileira passou anos relativizando o
horror venezuelano porque o regime era ideologicamente amigo. Agora os números
aparecem de forma brutal: mais de 10 mil mortos. E ainda tem gente no Brasil
chamando isso de democracia.

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