O novo ministro da Secretaria de Relações
Institucionais do governo Lula, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16)
que o Brasil pode aumentar o endividamento público como alternativa para
“salvar a economia popular” diante dos impactos da guerra no Oriente Médio.
Segundo o ministro, a medida seria uma forma de
evitar que os efeitos do conflito internacional sejam repassados diretamente à
população brasileira.
Guimarães destacou que o governo Lula mantém o
compromisso com a responsabilidade fiscal e social, mas afirmou que cenários de
crise podem exigir decisões excepcionais.
De acordo com ele, o Executivo trabalha com a
hipótese de que o conflito no Oriente Médio possa se prolongar por cerca de
dois meses, o que já pressiona o planejamento econômico do país.
O ministro também indicou que o governo avalia novas
medidas para reduzir os impactos da guerra sobre os combustíveis, especialmente
a gasolina, e que anúncios podem ser feitos em breve.
Entre as alternativas em estudo estão mecanismos de
contenção de preços e possíveis subsídios, embora detalhes ainda não tenham
sido divulgados oficialmente.
Guimarães reforçou ainda que o Brasil não tem
envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que exigem
respostas econômicas do governo.

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