Ao longo do mandato, Lula repetiu várias vezes a
mesma ideia: incentivar o consumo e facilitar o crédito como saída para a
economia. Não foi uma vez ou outra. Foram pelo menos 13 pronunciamentos
públicos em seu terceiro mandato estimulando o consumo das famílias ou a tomada
de crédito para fazer “a roda da economia girar”, segundo levantamento feito
pelo Estadão.
O problema é que a conta chegou. O Brasil hoje vive
um cenário de endividamento recorde. Famílias apertadas, crédito caro e
dificuldade para fechar as contas no fim do mês. E agora o próprio governo
tenta correr atrás com programas para renegociar dívidas, ou seja, tentando
resolver um problema que ajudou a criar.
No fim, a promessa era picanha. A realidade virou
dívida.

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