A esquerda potiguar está em frangalhos na disputa
pelo Senado. Zenaide Maia, Samanda Alves, o franco-carioca Jean-Paul Prates e
Rafael Motta brigando por espaço no mesmo campo político. E ainda paira no ar a
possibilidade do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves entrar na disputa
pelo União Brasil, mais um nome pescando no mesmo cardume.
São pelo menos cinco candidatos disputando o mesmo
eleitor: aquele que é contra o impeachment de Alexandre de Moraes, que não quer
investigação do Banco Master e que engoliu o indiciamento de Lulinha na CPMI do
INSS sem reclamar muito. É um eleitor fiel, mas não se divide em cinco.
E quando o voto se fragmenta assim, quem sorri é a
direita. Styvenson Valentim, que já tem uma base consolidada e um nome conhecido
no estado, sai na frente com folga nesse cenário. Mas o grande beneficiado
silencioso pode ser o coronel Hélio.
Num campo da esquerda despedaçado, a bolha fiel do
coronel, aquela base dura que o acompanha desde sempre, pode ser o suficiente
para garantir a segunda vaga.
O RN pode eleger dois senadores de direita em
outubro. A esquerda está ajudando com entusiasmo.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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