A carga tributária bruta do Brasil chegou a 32,40%
do PIB em 2025, alta de 0,18 ponto percentual em relação a 2024, segundo o
Tesouro Nacional. É o maior nível desde 2010.
O indicador considera a soma dos tributos
arrecadados por União, estados e municípios em relação ao PIB, seguindo
metodologia do FMI.
No governo federal, o aumento foi puxado pelo
Imposto de Renda Retido na Fonte (+0,23 p.p.), pelo IOF (+0,10 p.p.) e pelas
contribuições ao RGPS (+0,12 p.p.).
Nos estados, houve queda de 0,09 p.p., com o ICMS
crescendo abaixo do PIB. Já nos municípios, a carga subiu 0,03 p.p.,
impulsionada pelo ISS (+0,02 p.p.) e, em menor grau, pelo IPTU.
Na composição, impostos sobre bens e serviços
recuaram de 13,87% para 13,78% do PIB. Já os tributos sobre renda, lucros e
ganhos de capital avançaram de 9,04% para 9,16%.
Entre as contribuições sociais, o RGPS subiu de
5,28% para 5,40% do PIB, enquanto o RPPS permaneceu praticamente estável.

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