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Prestes e completar um ano, a privatização da
Eletrobras (ELET3) ainda não rendeu bons frutos aos investidores que apostaram
na compra das ações da companhia e até contribuíram com parte do FGTS (Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço) para financiar a capitalização.
O processo que resultou na privatização da empresa
movimentou cerca de R$ 33,7 bilhões e fixou em R$ 42 o preço de cada ação.
Desde então, o valor de cada papel da companhia alcançou o patamar de R$ 51,24
no pregão do dia 4 de novembro do ano passado.
A alta registrada na primeira semana após a eleição
do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi mantida e a série de críticas
ao processo de privatização resultou na queda de 33,1% no valor das ações desde
o pico alcançado no início de novembro.
No pregão da última quinta-feira (18), os papéis da
maior empresa de energia da América Latina fecharam o dia negociados a R$
34,26, valor quase 20% menor do que aquele negociado na oferta de ações da
empresa.
Lula defende que o poder de voto da União nas
decisões da companhia seja proporcional à participação acionária na empresa.
Hoje, o governo mantém por volta de 43% das ações ordinárias, mas conta com o
seu poder de voto limitado a 10%. A tentativa de ampliar o poder do governo
está em análise no STF (Supremo Tribunal Federal),

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