sábado, 20 de junho de 2026

No governo Lula, Brasil despenca para a 65ª posição em ranking global de competitividade

 


O ambiente de negócios brasileiro sofreu um duro revés no Ranking de Competitividade Mundial de 2026. Em um levantamento que avalia 70 economias globais, o Brasil perdeu sete posições em relação à edição anterior e estacionou no 65º lugar. O estudo, conduzido pelo IMD World Competitiveness Center com o apoio da Fundação Dom Cabral, mostra que o país atingiu seu nível mais crítico na série histórica recente.

Segundo informações da Revista Oeste, a pesquisa mede a aptidão das nações para fomentar um ecossistema favorável à atuação de empresas privadas e estatais. Na prática, o Ranking de Competitividade traduz a soma de políticas institucionais, estrutura e cenário econômico que impactam diretamente a produtividade corporativa.

O tombo do Brasil ocorreu de forma generalizada. A avaliação se divide em quatro pilares principais, e o país apresentou retração em todos eles. O maior destaque negativo foi a “eficiência empresarial”, que despencou 11 posições. O “desempenho econômico” também encolheu e caiu seis degraus. Os outros dois fatores analisados, que também registraram baixa, foram “eficiência governamental” e “infraestrutura”.

Para entender as raízes dessa queda, os pesquisadores analisaram subcategorias específicas. O diagnóstico da direção do estudo é claro: os gargalos históricos e estruturais do Brasil anulam os avanços em setores bem-sucedidos.

Os piores indicadores do país (todos na 70ª e última posição):

  • Custo de capital;
  • Endividamento corporativo;
  • Educação primária e secundária;
  • Mão de obra produtiva;
  • Habilidades financeiras e linguísticas.

Apesar do cenário negativo geral no Ranking de Competitividade, o levantamento identificou áreas onde o mercado brasileiro se destaca positivamente:

  • Crescimento de empregos a longo prazo (5º lugar);
  • Subsídios governamentais (5º lugar);
  • Matriz de energia renovável (5º lugar);
  • Fluxo de investimentos estrangeiros diretos (7º lugar);
  • Empreendedorismo em estágio inicial (8º lugar).

No topo do Ranking de Competitividade, Singapura consolidou sua liderança, seguida por potências asiáticas e europeias, com os Estados Unidos fechando a lista dos dez primeiros. Na parte inferior da lista, o Brasil encontra-se próximo a países como Gana, México e Venezuela.

Confira abaixo as dez economias mais bem avaliadas e os países que ocupam as piores posições do levantamento:

Top 10 melhores países:

  • Singapura
  • Hong Kong
  • Suíça
  • Taiwan
  • Emirados Árabes Unidos
  • Dinamarca
  • Irlanda
  • Países Baixos
  • Suécia
  • Estados Unidos

Os piores países no ranking:

63º – Eslováquia
64º – Gana
65º – Brasil
66º – México
67º – Botsuana
68º – Mongólia
69º – Nigéria
70º – Namíbia
70º – Venezuela

 

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