Samer disse que a soberania é popular. E assim como
aconteceu na Venezuela após a prisão de Maduro, a população do Irã foi às ruas
e comemorou o fim da era sob o regime do aiatolá Ali Khamenei.
Em publicação no Instagram, Samer ressaltou ainda
que não precisa admirar Trump ou Netanyahu para celebrar a queda de um regime
que ‘esmaga mulheres, liberades e dignidades.
Leia a íntegra da publicação de Samer Agi:
É a segunda vez, em 2026, que o governo
brasileiro defende ditadores sob o pretexto de defender soberanias.
A soberania é popular. E os iranianos,
em festa, nos mostram que eles se sentem um pouco mais soberanos agora.
Eu não preciso admirar Trump para
comemorar a queda de um regime que esmaga mulheres, liberdades e dignidades.
Nem aplaudir Netanyahu para aplaudir a
impossibilidade de uma bomba por um país que tem a missão de destruir outro.
Deixar um povo ser esmagado em nome da
soberania não é respeito a um Estado, mas convivência com o crime.
Aos governistas, deixo sugestão: se não
puderem elogiar a queda de um homem mau, calem-se.
Os brasileiros de bem agradecem.
Samer Agi

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