A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu nesta
sexta-feira (20) Marcio Borghi Ribeiro, de 42 anos, conhecido como “Senhor das
armas”, durante uma operação no Estado de São Paulo, com apoio da Polícia Civil
de São Paulo (PCSP).
Considerado um dos foragidos mais procurados do
Paraná, segundo lista divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública
em 2025, Márcio Borghi é suspeito por envolvimento em roubos a residências e
bancos, além de alugar armas para que outros indivíduos cometessem crimes,
sendo investigado por crimes como roubo, porte ilegal de arma de fogo, além de
organização criminosa.
“Após investigações de alta complexidade, que
envolveram levantamento de informações de inteligência e cruzamento de dados,
as equipes identificaram o paradeiro do foragido”, diz a Polícia Civil do
Paraná.
Até a publicação deste texto, o Estadão buscou
contato com a defesa de Márcio Borghi, mas sem sucesso. Este espaço segue
aberto.
Durante a ação, os policiais civis também cumpriram
ordens judiciais de busca e apreensão expedidas pelo Juízo Criminal da Comarca
de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
Em um dos endereços, os policiais localizaram uma
motocicleta roubada. Um familiar de Borghi foi preso em flagrante pelo crime de
receptação.
“Ele também foi identificado como participante em um
esquema que visava roubos contra instituições bancárias e uma possível
tentativa de resgate de um indivíduo preso no sistema penitenciário. Ao longo
das investigações, que contaram com o trabalho de inteligência da Polícia
Militar do Paraná, apreendemos drogas, cerca de 30 quilos de explosivos e
diversos armamentos”, disse o delegado Rodrigo Brown.
O delegado Thiago Andrade explica que Borghi é
considerado uma liderança da organização criminosa no Estado.
“Trata-se de um alvo de alta relevância, considerado
uma liderança da organização criminosa no Estado. A prisão demonstra a
capacidade da Polícia Civil do Paraná em localizar e prender criminosos, mesmo
fora do território estadual, em operações complexas e coordenadas, reforçando a
importância da integração entre as polícias estaduais no enfrentamento ao crime
organizado”, afirma.
Estadão Conteudo

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