sábado, 21 de fevereiro de 2026

Padre critica Lula e desfile de Carnaval após zombaria da fé cristã e discurso viraliza nas redes. VEJA VÍDEO

 



Um vídeo gravado na Paróquia São Paulo, no município de Frei Paulo, no interior de Sergipe, ganhou grande repercussão nas redes sociais após um desabafo contundente do padre Francisco de Assis. Durante a celebração, o sacerdote fez duras críticas ao presidente Lula e a um desfile de Carnaval que, segundo ele e muitos fiéis, zombou da fé cristã e dos valores familiares.

A fala ocorre no rastro da polêmica envolvendo a escola de samba Acadêmicos de Niterói, que levou para a avenida um enredo com referências elogiosas a Lula e cenas interpretadas por parte do público como provocação direta ao cristianismo.

Durante a homilia, o padre afirmou, em tom de indignação:

“Eu acredito que depois desse carnaval, dessa baderna, não é possível que o povo católico não tenha acordado. Não é possível que vão votar nesse infeliz, de novo.”

O sacerdote criticou a transformação do que considera sagrado em objeto de deboche público e afirmou que símbolos cristãos estariam sendo usados como pauta de escárnio em plena avenida, sob aplausos e ampla exposição midiática. Para ele, há uma banalização deliberada da fé em nome de agendas ideológicas.

Outro ponto que chamou atenção foi o questionamento sobre o financiamento dos desfiles. Segundo o padre, eventos desse tipo envolvem recursos que podem incluir dinheiro público e até “dinheiro sujo”. Em um dos trechos mais compartilhados do vídeo, ele ironiza a tentativa de transformar Lula em herói carnavalesco:

“Será que teve o carro do mensalão? Ou será que o mensalão não existiu? (…) Será que teve o carro do petrolão, ou será que o petrolão também é fake news e nunca existiu?”

A repercussão do discurso escancarou um sentimento crescente entre conservadores e cristãos: o de que o Carnaval tem sido usado como palanque político e ideológico, com grande estrutura e visibilidade para atacar valores populares, ao mesmo tempo em que tenta suavizar ou reescrever capítulos controversos da história recente do país.

 

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