O prefeito de Mossoró lançou hoje sua
pré-candidatura ao Governo do Estado. São dois sábados seguidos em que Allysson
participa de eventos para dizer que continua com o apoio do União Brasil, PP,
MDB e PSD, mesmo depois da operação da Polícia Federal.
O evento foi marcado para uma data ruim, véspera do
Carnaval. Talvez isso revele a agonia de Allysson em relação à postura que deve
adotar. Hoje teve deputado doente, deputado cuja esposa sentiu uma dor. O fato
é que o excesso de exposição tão cedo não é bom para candidatura nenhuma. É o
mesmo que o PT dizer que Fátima Bezerra é candidatíssima. Demonstra
fragilidade. Só falta agora divulgar uma pesquisa dizendo que ele cresceu para
completar o enredo.
Allysson continua forte. Acredito, inclusive, que
ainda lidere as pesquisas. Mas o estrago feito em sua imagem precisa ser
defendido com coisas mais robustas do que pulos na entrada do palco e vídeos
para redes sociais. Talvez seja melhor, agora, ir para o Carnaval, perto do
povo, com menos políticos e sem formação de barreiras.
Se for para falar de sucesso do evento de Allysson,
só mesmo a presença da prefeita de Pau dos Ferros, Marianna Almeida, que
parecia ser aliada da governadora Fátima Bezerra. Pelos partidos que dão
“sustentação” a Allysson, deveriam ter aparecido pelo menos 100 prefeitos.
As primeiras entrevistas de Allysson após o episódio
da PF foram boas. Ele se saiu muito bem. Mas, justamente no que é mais craque,
as redes sociais, parece ter perdido a espontaneidade.
A campanha ainda nem começou. Depois do Carnaval vem
o período de renúncias, depois o jejum da Semana Santa. Em seguida, a
preparação para o São João, a Copa do Mundo e só depois as convenções. Está
muito longe do começo.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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